quinta-feira, 21 de junho de 2012

DIA DE SÃO LUIZ GONZAGA


21 de Junho - São Luiz Gonzaga, Confessor (Padroeiro dos seminaristas e da juventude)


Conhecido também como São Aluísio Gonzaga ou Aloysius Gonzaga
Nascido em Castiglione delle Stiviere na Lombardia, Itália no dia 9 de março de 1568 e morreu em 20 de junho de 1591 ,beatificado em 1605 e canonizado em 1726 e O Papa Benedito XIII o declarou padroeiro dos estudantes jovens e Pio XI o proclamou padroeiro da juventude cristã. 

Luiz era o mais velho dos filhos do Marques de Ferrante de Castiglione que serviu ao rei Filipe II da Espanha e Marta Tana Santena . A ambição do seu pai era que o seu filho mais velho fosse um grande líder militar. Na idade de 4 anos ele foi enviado para um campo militar e andava com uma miniatura de armadura militar e com uma espada. Ele disparou um canhão sem autorização e foi devolvido para casa .Na idade de 7 anos ele experimentou uma visão espiritual e decidiu a perseguir a vida religiosa. Ele dizia sua s preces matinais e a noite desde sua infância e agora começava a recitar o Oficio da Bem-aventurada Virgem Maria todos os dias bem como os sete Salmos penitentes e outras devoções.
Quando ele tinha nove anos seu pai o colocou com o seu irmão Ridolfo aos cuidados do tutor Francesco de Medici em Florença para ensina-los o Latin e o italiano puro da Toscania. Mas Luiz fez mais progresso nos estudos dos santos que nos seus estudos. Naquele mesmo ano e tomou os votos de castidade. Daquele tempo em diante ele nunca olhou uma mulher no rosto, nem mesmo a sua mãe. Dois anos mais tarde em 1579 seu pai mudou os jovens para a corte do Duque de Mantua, que mais tarde o fez governador de Montserrat. Já com o a idade de 11anos Luiz decidiu renunciar aos títulos e propriedades que tinha herdado. Logo depois ele contraiu um dolorosa doença renal que o atormentou pelo resto de sua vida. Mas deu a ele uma desculpa para gastar mais tempo em orações e ler a vida dos santos, escrita pelo grande Surius. Ele começou a praticar severos e austeros jejuns com pão e água e não acendia fogo ao orar no inverno. Inspirado por um livro de missionários jesuítas na Índia, ele começou a se preparar com a idade de 12 anos para ser um missionário jesuíta. Ele reuniu um grupo de jovens pobres e começou a ensina-los o catecismo durante os feriados de verão em Castiglione.
Em 1581 Don Ferrante foi chamado a servir a Imperatriz Maria da Áustria na sua viagem da Bohemia a Espanha. Sua família o acompanhou e ao chegarem na Espanha, Luiz e Rodolfo foram colocados ao serviço de Don Diego, príncipe das Austurias como pagens. Ele teve então que cuidar do príncipe e estudar com ele, mas não se distraia da suas devoções.Durante o tempo na corte do Dom Diego, Luiz resolveu entrar na Companhia de Jesus . Obteve primeiro a provação de sua mãe e em seguida disse ao seu pai que queria entrar para a Ordem dos Jesuítas e este furioso não deu a sua permissão até que amigos intermediaram a questão e finalmente Don Ferrante deu sua consentimento provisório. Não obstante após a morte do príncipe os rapazes foram dispensados dos seus deveres na corte, mas o Marques tentou distrair o seu filho enviando a visitar cortes no norte da Itália em 1584. Ele esperava que o rapaz sucumbiria a vida fácil e farta na corte italiana. Quando isto não funcionou seu pai tentou a pressão diplomática Ele e seu amigos tentaram convencer o rapaz de deixar a sua vocação e Don Ferrante o enviou em um sem numero de comissões seculares esperando interessa-lo nos negocioso mundanos. Mas Luiz não modificou e renovou seu pedido. Dom Ferrante usou como seu ultimo esforço os dignitários da Igreja para falar com o seu filho a respeito. Finalmente seu pai foi persuadido quando a Comissão Imperial transferiu a sua sucessão para Rodolfo. Em 1585 ele finalmente permitiu que a Luiz entrasse para a Ordem dos Jesuítas em Roma.


Em 25 de novembro de 1585 ele recebeu o noviciado jesuíta na Casa de Santo André. Como tinha sua saúde abalada os jesuítas ordenaram que moderasse a sua austeridade. Ele era obrigado a descansar, comer mais e era proibido de rezar fora dos horários. Ele foi mais tarde enviando a Milão para mais estudos e teve uma visão numa oração matinal que não viveria muito mais. Isto encheu seu coração de gloria e alegria. A sua saúde debilitada forçou o seu retorno a Roma. No ano seguinte a praga tomou conta de Roma. Os jesuítas abriram um hospital e a Luiz foi permitido ajudar os pacientes, banha-los e cuidar deles. Eventualmente ele contraiu a praga e surpreendentemente sobreviveu após receber os últimos sacramentos. Uma noite Luiz caiu em êxtase e passou toda a noite neste estado e disse ao seu confesso que iria morrer na oitava de Corpus Christi. Naquele dia ele estava muito melhor e o Reitor falou até em envia-lo a Frascati. Mas Luiz manteve a sua crença que iria morre naquele dia e pediu a extrema unção do Padre Bellarmino. Logo depois Luiz ficou imóvel as vezes murmurando "em suas mãos Oh Senhor" e com olhos fixos no crucifixo ele faleceu com idade de 23 anos.
Sua biografia bem como suas cartas e os escritos religiosos mostram um caráter e um espirito religioso, sem comparação. 
Ele foi enterrado debaixo do altar da Capela de Santo Inácio de Loyola em Roma. Na arte litúrgica da Igreja São Luiz Gonzaga é geralmente mostrado com um jovem jesuíta com um crucifixo nas mãos ou com uma coroa a seus pés ou com um anjo ao seu lado, ou em êxtase elevado aos céus por anjos .Ele é o padroeiro dos adoslescentes, dos jovens estudantes e da juventude católica.

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Dia Litúrgico: Quarta-feira da 11ª semana do Tempo Comum

Evangelho (Mt 6,1-6.16-18)

Cuidado! Não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados
Hoje, Jesus convida-nos a orar para a glória de Deus, com a finalidade de agradar ao Pai, pois foi por isso que fomos criados. Assim o afirma o Catecismo da Igreja: «Deus criou tudo para o homem, mas o homem foi criado para servir e amar a Deus e para lhe oferecer toda a criação». Este é o sentido da nossa vida e o nosso orgulho: agradar ao Pai, comprazer a Deus. Este é o testemunho que Cristo nos deixou. Oxalá o Pai celestial possa dar a cada um de nós o mesmo testemunho que deu do seu Filho no momento de seu batismo: «Este é o meu Filho amado; nele está meu pleno agrado» (Mt 3,17).
A falta de retidão de intenção seria especialmente grave e ridícula se se produzisse em ações como a oração, o jejum e a esmola, pois se trata de atos de piedade e de caridade, quer dizer, atos que —per se— são próprios da virtude da religião ou atos que se realizam por amor a Deus.
Portanto, «cuidado! Não pratiqueis vossa justiça na frente dos outros, só para serdes notados. De outra forma, não recebereis recompensa do vosso Pai que está nos céus» (Mt 6,1). Como poderíamos agradar a Deus se o que procuramos à partida é que nos vejam e ficar bem —em primeiro lugar— perante os homens? Não é que tenhamos que nos esconder dos homens para que nos não vejam, trata-se de dirigir as nossas boas obras diretamente e em primeiro lugar para Deus. Não importa nem é mau que os outros nos vejam: pelo contrário, pois podemos edificá-los com o testemunho coerente das nossas ações.
Mas o que verdadeiramente importa —e muito!— é que vejamos a Deus nas nossas atitudes. Devemos, pois, «examinar com muito cuidado a nossa intenção em tudo o que fazemos, e não procurar os nossos interesses se queremos servir o Senhor» (S. Gregório Magno).

FOTOS ABAIXO DE MINHA VISITA À BASÍLICA DO CARMO DO RECIFE PE, ONDE ENCONTREI FREI ROSIVALDO REITOR DA BASÍLICA E EQUIPE DA REITORIA, ONDE FUI BEM ACOLHIDO POR TODOS.

















sexta-feira, 15 de junho de 2012

SAGRADO CORAÇÃO DE JESUS


Dia Litúrgico: Solenidade do Sagrado Coração de Jesus (B)
Evangelho (JO 19,31-37)


Olharão para aquele que transpassaram (Jo 19,37).
O calendário da Igreja assinala a passagem da solenidade do Amor de Deus feito coração aberto, esvaziado, despojado. Contemplamos hoje, uma vez mais, o lado aberto do Redentor.
Nada mais oportuno do que começar esta meditação com as belíssimas palavras do Prefácio da Missa:  “Elevado na cruz, entregou-se por nós com imenso amor. E de seu lado aberto pela lança, fez jorrar com a água e o sangue, os sacramentos da Igreja para que todos, atraídos ao seu coração, pudessem beber com perene alegria, na fonte salvadora”.
Oséias, na primeira leitura, coloca nos lábios de Javé palavras de compaixão que bem se casam com a festa  de hoje, solenidade do amor sem medida. O Senhor lamenta a falta de atenção  do povo que ele amava: “Eu os atraía com laços de humanidade, com laços de amor; era para eles como quem leva uma criança ao colo e rebaixava-me a dar-lhes de comer. Meu coração comove-se no íntimo e arde de compaixão” (11, 4-8).
Êxtase diante do amor crucificado e feito peito aberto. As almas sensíveis crescem no amor de Deus, no desejo dele, quando se empenham em compreender a altura, a largura e comprimento do amor de Deus. Procuram momentos de  recolhimento para agradecer e levantam-se para tornar amado o Coração dilacerado do Redentor. Ou seja, contemplação do amor daquele que teve o peito aberto e desejo de anunciar esse amor até o fim…
“Conheci uma pessoa que, embora chorando por não amar a Deus como quereria, de tal forma o amava que seu espírito era constantemente presa do veemente desejo de que Deus nela encontrasse sua glória, ela mesma era como nada (…) . Pelo imenso desejo humilde, nem pensava em sua dignidade, apesar de servir a Deus… Pela intensa vontade de amar a Deus, começou a esquecer-se de seus títulos, ocultando na profunda caridade para com Deus, pela humildade de espírito, a glória de sua posição, a ponto de sentir-se sempre servo e inútil, indiferente a seu valor, ansiando pela humildade” (Dos Capítulos sobre a perfeição espiritual, de Diádoco de Foticéia).
Os discípulos do Senhor  querem progredir no caminho da santidade. Não aceitam parar na mesmice e na mediocridade.  Diádoco de Foticéia fala de uma pessoa de desejo ( quase certamente reflexões de autobiografia ) de que Deus encontrasse nela sua glória. Desejo… palavra mágica para que os cristãos ganhem novamente o fervor do primeiro amor.  Desejo de amar aquele que nos amou por primeiro. Resposta de amor. Ora, precisamente a festa do Coração de Jesus é apta a nos levar ao ardor e ao fervor, sem “melosidade” nem sentimentalismo. Se o coração de Deus se comove e quer levar a amada para o deserto, nada mais  normal que acolhamos esse amor e o transformemos em missão.  Sim,  Oseias havia falado do coração de Deus que arde de compaixão.
O primeiro a nos amar foi o Senhor e nós respondemos ao seu gesto  como o desejo do amor. Clara de Assis, estupefata diante do aniquilamento do Senhor, de sua beleza pobre no presépio,  diante daquele que com caridade inefável  quis padecer no lenho da cruz e nela morrer a morte mais vergonhosa  escreve palavra ardentes a Inês de Praga: “Tomara que você se inflame cada vez mais no ardor dessa caridade, ó Rainha do rei celeste! Além disso, contemplando suas indizíveis delícias, riquezas e honras perpétuas, proclame suspirando com tamanho desejo no coração e com tanto amor: Arrasta-me atrás de ti! Corramos no odor de teus bálsamos, ó  esposo celeste! Vou correr sem desfalecer, até me introduzires na tua adega, até que a tua esquerda esteja sobre a minha cabeça, sua direita me abrace toda feliz, e me dês o beijo mais feliz de tua boca”  (Quarta Carta a Inês, 27-32).
Estamos no campo do conhecimento experimental e amoroso de Deus a partir dessa convivência com o Esposo.  Na epístola aos cristãos de Éfeso, Paulo descreve admiravelmente esse conhecimento:  “… que o Senhor faça habitar Cristo em vossos corações e “tereis assim a capacidade de compreender, com todos os santos, qual a largura, o comprimento, a altura, a profundidade, e de conhecer o amor de Cristo que ultrapassa todo conhecimento, a fim de que sejais cumulados até receber toda a plenitude de Deus”.
A solenidade do Coração de Jesus é um apelo a que respondamos com amor o amor derramado em nossos corações.  Não podemos nos contentar com um aparato exterior em nossas reuniões cristãs. O amor do Coração nos leva a viver um fraternismo fraterno, a dinâmica do perdão e tomar a decisão de levar uma vida para os outros e para o Outro.  A única coisa que vale a pena é o amor.
Belíssima a oração do dia:  “Concedei, ó Deus todo poderoso, que, alegrando-nos  pela solenidade do Coração do vosso Filho, meditemos as maravilhas de seu amor e possamos receber, desta fonte de vida, uma torrente de graças”.

«Um soldado golpeou lhe o lado com uma lança»
Hoje se nos oferece ante os olhos corporais — melhor ainda, ante os “olhos interiores”, iluminados pela fé— a figura de Cristo que, acabado de morrer na Cruz, teve o costado aberto por uma lança infligida pelo centurião. «mas um dos soldados abriu-lhe o lado com uma lança e, imediatamente, saiu sangue e água.» (Jo 19,34). Espetáculo angustioso e, ao mesmo tempo muito eloquente! Não há mais o mínimo espaço para manter a tese de algum que afirma uma morte aparente: Jesus está certamente morto 100%. E mais, aquela misteriosa “água”, que não sairia de um corpo saudável, normal, nos indica segundo a medicina moderna que Cristo deve ter morrido a causa de um infarto ou, como diziam nossos antepassados, com o coração rebentado. Só neste caso se verifica a separação do soro dos glóbulos vermelhos. Isto explicaria aquele anômalo “sangue e água”.´

É Com grande alegria que nesta noite, eu Manoel Ribeiro irei receber a fita de zelador do Apostolado da Oração na Paróquia Nsra Imaculada Conceição de Caucaia do Alto Cotia/SP

LEMBREM-SE: DIA 16-06 (18:00 TERÇO NA MATRIZ EM SEGUIDA SANTA MISSA, ANIMADA PELO TERÇO DOS HOMENS NOSSA SENHORA DO CARMO. 




quarta-feira, 6 de junho de 2012

SOLENIDADE DE CORPUS CHRISTI


Significado da Festa de Corpus Christi

Nesta quinta-feira, 07, a Igreja Católica, em todo o mundo, comemora o dia de Corpus Christi, nome que vem do latim e significa “Corpo de Cristo”.
A festa de Corpus Christi tem por objetivo celebrar solenemente o mistério da Eucaristia – o Sacramento do Corpo e do Sangue de Jesus Cristo.
Acontece sempre em uma quinta-feira, em alusão à Quinta-feira Santa, quando se deu a instituição deste sacramento. Durante a última ceia de Jesus com seus apóstolos, Ele mandou que celebrassem Sua lembrança comendo o pão e bebendo o vinho que se transformariam em seu Corpo e Sangue.
“O que come a minha carne e bebe o meu sangue, tem a vida eterna e, eu o ressuscitarei no último dia. Porque a minha carne é verdadeiramente comida e o meu sangue é verdadeiramente bebida. O que come a minha carne e bebe o meu sangue permanece em mim e eu nele. O que come deste pão viverá eternamente” (Jo 6, 55 – 59).
Através da Eucaristia, Jesus nos mostra que está presente ao nosso lado, e se faz alimento para nos dar força para continuar. Jesus nos comunica seu amor e se entrega por nós.
Origem da Celebração
A celebração teve origem em 1243, em Liège, na Bélgica, no século XIII, quando a freira Juliana de Cornion teria tido visões de Cristo demonstrando-lhe desejo de que o mistério da Eucaristia fosse celebrado com destaque.
Em 1264, o Papa Urbano IV através da Bula Papal “Trasnsiturus de hoc mundo”, estendeu a festa para toda a Igreja, pedindo a São Tomás de Aquino que preparasse as leituras e textos litúrgicos que, até hoje, são usados durante a celebração. Compôs o hino “Lauda Sion Salvatorem” (Louva, ó Sião, o Salvador), ainda hoje usado e cantado nas liturgias do dia pelos mais de 400 mil sacerdotes nos cinco continentes.
A procissão com a Hóstia consagrada conduzida em um ostensório é datada de 1274. Foi na época barroca, contudo, que ela se tornou um grande cortejo de ação de graças.
No Brasil
No Brasil, a festa passou a integrar o calendário religioso de Brasília, em 1961, quando uma pequena procissão saiu da Igreja de madeira de Santo Antônio e seguiu até a Igrejinha de Nossa Senhora de Fátima. A tradição de enfeitar as ruas surgiu em Ouro Preto, cidade histórica do interior de Minas Gerais.
A celebração de Corpus Christi consta de uma missa, procissão e adoração ao Santíssimo Sacramento.
A procissão lembra a caminhada do povo de Deus, que é peregrino, em busca da Terra Prometida. No Antigo Testamento esse povo foi alimentado com maná, no deserto. Hoje, ele é alimentado com o próprio Corpo de Cristo.
Durante a Missa o celebrante consagra duas hóstias: uma é consumida e a outra, apresentada aos fiéis para adoração. Essa hóstia permanece no meio da comunidade, como sinal da presença de Cristo vivo no coração de sua Igreja.

terça-feira, 5 de junho de 2012

SANTO DO DIA


    SÃO BONIFÁCIO


São Bonifácio

Winfrido nasceu em 672 e pertencia a uma rica família de nobres ingleses. Como era o costume da época, foi entregue ao mosteiro dos beneditinos ainda na infância para receber boa educação e formação religiosa. Logo percebeu que sua vocação era o seguimento de Cristo. Aos dezenove anos professou as regras na abadia, iniciando o apostolado como professor.

Em seguida decidiu iniciar seu trabalho missionário para a evangelização dos povos da Alemanha. Em 718 fez uma peregrinação à Roma onde conseguiu o apoio do Papa Gregório II para reiniciar sua missão na Alemanha. Além disso, o Papa o orientou também a assumir, como missionário, o nome de Bonifácio, célebre mártir romano.

Durante três anos percorreu quase toda a Alemanha e, numa segunda viagem à Roma, o Papa o nomeou bispo de Mainz. Bonifácio fundou o mosteiro de Fulda, centro propulsor da cultura religiosa alemã e muitos outros mosteiros masculinos e femininos. Acabou estendendo sua missão até a França.

No dia 05 de junho de 754 foi ao encontro de um grande grupo de catecúmenos, que receberiam o Crisma. Mal iniciou a Santa Missa o local foi invadido por um bando de pagãos frísios. Os cristãos foram todos trucidados e Bonifácio teve a cabeça partida ao meio por um golpe de espada.

Reflexão:

São Bonifácio iniciou a evangelização da Alemanha e lançou as bases para a completa cristianização das terras germânicas. São Bonifácio é venerado como o "Apostolo da Alemanha", seu corpo foi sepultado na igreja do mosteiro de Fulda, que ainda hoje o conserva, pois em vida havia expressado essa vontade. Que este santo inspire nossos ideais missionários.

Oração:

Deus eterno e todo-poderoso, que destes a são Bonifácio a graça de lutar pela justiça até a morte, concedei-nos, por sua intercessão, suportar por vosso amor as adversidades, e correr ao encontro de vós que sois a nossa vida. Por Nosso Senhor Jesus Cristo, vosso filho, na unidade do Espírito Santo. Amém.

Dia Litúrgico: Terça-feira da 9ª semana do Tempo Comum
Evangelho (Mc 12,13-17)
«Devolvei, pois, a César o que é de César e a Deus, o que é de Deus»
Hoje, maravilhamo-nos, mais uma vez, com o engenho e sabedoria de Cristo. Ele, com a sua magistral resposta, assinala diretamente a justa autonomia das realidades terrenas: «Devolvei, pois, a César o que é de César» (Mc 12,17).
Mas a Palavra de hoje é algo mais que saber sair de um apuro; é uma questão que tem atualidade em todos os momentos da nossa vida: que estou dando a Deus?; é realmente o mais importante na minha vida? Onde pus o coração? Porque… «onde estiver o vosso tesouro, aí estará também o vosso coração» (Lc 13,34).
De fato, segundo São Jerônimo, «tendes que dar forçosamente a César a moeda que tem impressa a sua imagem; mas vós entregai com gosto todo o vosso ser a Deus, porque em nós está impressa a sua imagem e não a de César». Ao longo da sua vida, Jesus Cristo apresenta constantemente a questão da eleição. Somos nós os que estamos chamados a escolher, e as opções são claras: viver partindo dos valores deste mundo, ou viver partindo dos valores do Evangelho.

REZEMOS PELA SAÚDE DE DONA MARIA APARECIDA ANTUNES (MÃE DO CARLÃO)


DEMOS GRAÇAS A DEUS, PELOS 25 ANOS DE VIDA MATRIMONIAL DE SÉRGIO E PENHA; QUE NSRA DO CARMO DERRAME GRAÇAS E BENÇÃOS SOBRE ESTE CASAL.
VEJAM ABAIXO AS FOTOS DO TERÇO DIA 02-06 NA CASA DO JÚLIO






segunda-feira, 4 de junho de 2012

SANTÍSSIMA TRINDADE


Solenidade da Santíssima Trindade

Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. É assim que a comunidade católica se reúne, expressando o mistério central de nossa fé. Cremos num Deus em três pessoas. O próprio Jesus dá testemunho desse Deus trinitário. No Evangelho de João ele expressa a unidade com o Pai, “ Eu e o Pai somos um”(Jo 10,30). E Depois de subir aos céus nos envia o Espírito Santo.

O Pai, o Filho e o Espírito são três pessoas distintas entre si, porém inseparáveis na única substância. O Pai gera o Filho, o Filho é gerado pelo Pai, e o Espírito Santo procede do Pai e do Filho. Formam uma comunhão perfeita, agem unidos, e nesse agir cada um está presente no modo que lhe é próprio.

A igreja deve ser sinal do amor que une as três pessoas divinas. Diz Santo Agostinho: “Onde o existe amor existe a Trindade: um que ama, um que é amado e uma fonte de amor”. Poderíamos  dizer que a festa da Santíssima Trindade é a festa do amor. A pura razão não pode explicar esse mistério insondável. Mas podemos experimentá-lo, quanto mais amamos e vivemos em comunhão, mais nos aproximamos da divina comunhão de amor entre o Pai, o Filho e o Santo espírito.  [35, 36]

sexta-feira, 1 de junho de 2012

JUNHO: MÊS DO CORAÇÃO DE JESUS


Dia Litúrgico: Sexta-feira da 8ª semana do Tempo Comum
Evangelho (Mc 11,11-25)
Coração de Jesus: reservatório do Amor de Deus

Estamos no mês de junho, dedicado ao Coração de Jesus. Podemos aproveitar esse tempo para adentrarmos a esse imenso Coração, repleto de amor e ternura.
Andamos por muitos lugares procurando proteção. Enveredamos caminhos muitas vezes sombrios para tentar encontrar algum tipo de refúgio ou fugir das realidades que vivemos. Muitas vezes tentamos nos esquivar dos sofrimentos, das enfermidades, decepções e tribulações buscando práticas que não nos convém. Mas, esquecemos que podemos contar com o Coração de Jesus.
O Coração de Jesus é o melhor lugar para estarmos protegidos contra o mal; é um lugar de descanso. Afinal, Jesus mesmo disse: “Vinde a mim, vós todos que estais cansados, sobrecarregados sob o peso de vossos fardos, e eu vos aliviarei.” (MT 11, 28) É no coração de Jesus que podemos repousar.
O Coração de Jesus é um lugar de cura. É o “tanque de Betesda”, (Jo 5, 1-9) onde Deus “agita” a sua Misericórdia para nos curar de toda e qualquer enfermidade, física, espiritual e corporal.
O Coração de Jesus é um lugar de segurança. O salmista é quem proclama: “Deus é nosso refúgio e nossa força; mostrou-se nosso amparo nas tribulações (Sl 45,1). Quem está neste coração não corre o risco de ser “roubado pelo ladrão”. Afinal, se tem um lugar que inimigo apavora é coração de Jesus, por que é nele que está o dom que mais causa ódio ao demônio: a Misericórdia de Deus. O pecador que conhece a misericórdia põe o encardido pra correr.
No alto da cruz Jesus nos revela um grande segredo para nós pecadores. Seu coração foi rasgado por vontade de Deus, mas por mãos humanas, para nos ensinar que qualquer pecador pode abrir Seu Coração para nele buscar refúgio. Embora já esteja aberto, a chave do coração de Jesus está em nossas mãos. Entra quem quiser. É como o pai que confia no filho e lhe entrega a chave de casa para que ele entre quando quiser.
O Coração de Jesus é o infinito de Deus que, quanto mais mergulharmos, mais seremos cheios do Seu Amor, curados, protegidos, amados e prontos para também amarmos a Deus e nossos irmãos.
Busquemos o Coração de Jesus, reservatório do Amor de Deus!

 DIA 02-06-2012: TERÇO ÀS 19:OO NA CASA DO JÚLIO
 (PRÓXIMO A CASA DO ANDRÉ)